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Vídeo síntese da intervenção

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  O vídeo é autoexplicativo, mas, como fui eu que fiz ele, eu gostaria de fazer alguns comentários. Eu tentei apresentar, dentro dos 3 min, as informações sugeridas na tarefa do teams. Eu acabei ultrapassando os três minutos e nâo consegui por tudo o que eu queria, mas acho até que ficou bom. Infelizmente a gente não tirou muitas fotos do processo da produção da máquina; uma pena, porque seriam ilustrações engraçadas rsrsrsrs - Helena e eu adentrando na mata várias vezes para atravessar a extensão...  - Eu e guilherme sanches quebrando a cabeça pra conseguir desenrolar o fio de 130 metros... (depois disso a gente até proibiu a helena de encostar nele kk) - O grupo todo quebrando a cabeça tentando fazer a máquina de fumaça funcionar... (só pra dar errado no final) - Todo mundo zen sentado na alameda tentando perceber as sensações... - A Isabella e a Laura montando o resfriador de fumaça...

Storyboard do projeto da intervenção

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  Apesar de simples, eu acredito que o nosso storyboard descreveu bem os efeitos que a gente queria causar nos visitantes com a nossa intervenção. Nosso objetivo maior foi aumentar a sensação de imersão no espaço, o que poderia ser propiciado por diferentes métodos. Dentro do tempo e do orçamento que a gente tinha, creio que bolhas de sabão e sons imersivos cumpriram bem o propósito. As bolhas fizeram com que os visitantes ficassem mais tempo no espaço da alameda e os sons instigaram a curiosidade deles.

Performances dos grupos na alameda

Em grupo, nos fizemos a performance a seguir para explorar a espacialidade da alameda. Com essa apresentação nós nos tornamos mais conscientes da longitudinalidade do espaço, assim como de sua verticalidade (ocasionada pelo corredor de árvores). Foi uma experiência interessante, ainda que constrangedora rsrsrs Eu até coloquei um capuz no dia na esperança de que, sem o cabelo vermelho, as pessoas não me reconheceriam. Será que deu certo?

Entrevistas sobre o local (Roteiro + Percepções levantada)

 Roteiro de Entrevista: Apresentação: Somos alunos de Arquitetura e Urbanismo da UFMG, estamos realizando um trabalho sobre o Museu. Podemos conversar sobre ele? (Perguntar se pode gravar um áudio da entrevista) Dados do entrevistado: Nome, idade, profissão e onde mora. Enunciado: Gostaria de saber o que pensa sobre museu, quando visita por qual entrada você passa, que caminho faz e quais são os sentimentos e sensações ao andar pelo pelo museu, desde a entrada. Perguntas: Como você imagina o museu? (Se nunca tiver visitado) Ao entrar no museu já passou pela Alameda? (mostrar fotos para facilitar a identificação do local)Conte um pouco o que achou dela. O que acha da mata mata do museu? Percepções levantadas: Cada integrante do grupo fez cerca de duas entrevistas. Eu fiz as minhas entrevistas em um sábado junto com minha colega Helena. Nós entrevistamos dois moradores do beco e uma família de visitantes. Apesar do museu estar fechado no dia, o porteiro deixou essa família entrar par...

Rede de Implicações do local da intervenção

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  Após uma dinâmica em grupo na aula do dia 30/06, nós montamos a rede de implicações da imagem abaixo. Nós sentamos em roda e, sem sensura, falamos todos em voz alta as sensações que a gente sentia no espaço da alameda enquanto um dos integrantes do grupo anotava. Depois, nós passamos um pente fino nas palavras obtidas e escolhemos cinco. Por meio do mesmo processo, nós percebemos e escrevemos os elementos que causam cada sensação e as ações que cada sensação nos provoca a tomar.

Grupos e local escolhido para intervenção no MHNJB

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O nosso grupo é formado por Helena Firpi, Isabella Ayssa, Guilherme Braga, Guilherme Sanches, Laura Emanuelle e eu. O lugar por nós escolhido, depois de alguns contratempos, foi a alameda de entrada do museu. 

Não-objeto virtual (em grupo): protótipo e versão final

 Protótipo Versão final

Objeto paramétrico em grupo

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Na aula do dia 06/06 nós fizemos uma gincana na grama para a inclusão de eletrônica no objeto paramétrico por meio de mímica. No final, nós fizemos uma performance em grupo apresentando o objeto também por meio de mímica. Depois do intervalo os grupos foram subdivididos. Cada subgrupo apresentou a sua versão do objeto em slides. Nossa apresentação segue nas fotos abaixo. 

Desenho demorado no MHNJB ouvindo de Arvo Pärt

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 Aula do dia 13/06

14/1 - Novamente no museu

Eu não fui na aula do dia 13 de junho, que seria no museu MHNJB. Eu tava passando mal. Vou esperar a atualização dos colegas pra fazer o post, mas já fiquei sabendo que teve um crepe delicioso no lanche coletivo.

13/1 - Neoconcretismo e objeto eletrônico

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A aula de 6 de junho foi no Radamés. O professor Dudu nos apresentou ao movimento neoconcretista brasileiro. Esse movimento foi impulsionado principalmente por Lygia Clark (os bichos), Ferreira Gullar (escreveu o manifesto) e Hélio Oiticica (tropicália). Na mesma aula, nós começamos a pensar como introduzir eletrônica nos objetos paramétricos. Teve uma atividade com mímica muito aleatória, a proposta era a gente imaginar como a interação com o objeto se daria de fato.  Representação do objeto desenvolvido pelo meu grupo:

Manifestação contra a privatização das federais

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Eu fui na manifestação do dia 9 de junho. Ajudei bastante a fazer os cartazes. Não pude ficar muito tempo de fato na manifestação porque eu tinha terapia. eu que fiz este cartazes "Nas ruas! Nas praças! Quem disse que sumiu? Aqui está presente o movimento estudantil!" 🗣️🗣️🗣️ "Fora bolsonarooo! Genocida!" 🚫 façam terapia

Exposição Play mode no CCBB

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No dia 6 de junho, eu e duas amigas acatamos a sugestão dos professores e fomos na exposição Playmode no CCBB Fotos: amei o conceito de xadrez só com peões kk selfie pra marcar a presença 📸 não dá pra ver direito, mas esse jogo é sobre uma performance da Marina Abramovich  castelinho! dumb ways to die 🎶

12/2 - Arte que move (falta vídeos e formatar)

No museu, além do Seminário de design de interação, nós fizemos algumas outras atividades. Nós refletimos com os professores sobre os conceitos trabalhados na dinâmica da aula anterior. - caixa preta - digital vs. virtual - interatividade interativa vs. não-interativa Nós tivemos a primeira interação com circuitos elétricos. Foi uma atividade de encaixar peças de madeira para fechar um circuito e assim fazer coisinhas (LEDs, negócio que faz barulho e negócio que venta) funcionarem. É meio mal-feito, mas deu pra entender o conceito. [vídeo] Nós vimos os trem que mexe de um artista brasileiro. [vídeos] O lanche coletivo foi divertido.

12/1 - Seminário Design de Interação

Na aula de 2 de junho (quinta), nos fomos novamente ao museu MHNJB da UFMG. Em grupo, apresentamos um seminário sobre instalações interativas. Meu grupo era composto por Max, Gabriel S. P., Cauã, Lívia, Luiz Augusto, Helena e eu. Nós apresentamos e analisamos as duas instalações a seguir: LOOP A interação da máquina é limitada. o usuário apenas oferece um input, que é específico - no caso um movimento na manivela - e a máquina oferece uma resposta pré determinada. É como uma máquina de banco, que pede uma informação específica e devolve uma resposta previsível e esperada. Como foi dito no testo de Usman Haque, sobre interatividade, é uma interação simples, limitada e não-construtiva. Relacionando com a programática, é impossível, nesse caso, criar situações novas. Less than three O número de linhas define um limite de possibilidades. Apesar serem inúmeras, ainda sim são limitadas. A implementação de cores pode aumentar o número de possibilidades. De resto, é uma obra completamente livr...

11/2 - Crítica dos Objetos Paramétricos

 Dever de casa atríbuido no dia 30 de maio (segunda-feira). O nosso grupo da atividade dos não-objetos era composto por: Manuela Max (N/A) Laura Quirino (N/A) Gabriel São Paulo  Matheus Moura Raquel Wilhiane e eu  Eu fiz a crítica dos objetos dos colegas em seus respectivos blogs e linkei aqui, nos nomes dele.

11/1 - Sintegração sobre abertura

 Atividade que ocorreu na aula online e síncrona do dia 30 de maio (segunda-feira). Rodada 1, sala 4, observador "Discutir a relação das lógicas finalística (destino / religião / previsibilidade), causalística (doutrina do progresso /  desenvolvimentismo / positivismo / determinismo) e programática (abertura para o acaso, indeterminismo, incerteza) com as novas tecnologias e com as possibilidades de virtualização e potencialização" Os debatedores passaram por cada um dos conceitos (finalísticam, causalística e programática) e depois relacionaram eles com exemplos da realidade. Um comentário que achei interessante é sobre aquela casa (esqueci o nome, mas é aquela que dá pra personalizar as divisões dos cômodos): o morador vai explorando possibilidades até chegar numa organização que está otimizada para o que ele quer. Ou seja, é interessante que ele seja costumizável, mas na realidade é bem provavel que ele fiquei quase o tempo todo de um jeito só. Concluiram que é melhor inte...

Visita ao Inhotim

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No dia 27 de maio (última sexta feira do mês), a turma foi para o inhotim. O nosso grupo de visita era formado por: Max, Gabriel S.P., Luiz Augusto, Sayuri, Cauã, Helena, Lívia e eu.  @maxgodoy.fotos Galeria principal A galeria que nós escolhemos analisar é a Galeria Lygia Pape. Estes são os desenhos que eu fiz da obra: OBS: são desenhos de observação, o Cauã e o Luiz são testemunhas.  Estas são fotos que tiramos na obra: OBS: eu incluí essas fotos aqui no blog porque estou ciente que meus desenhos não representam de forma acurada o interior da galeria.  Minhas impressões: Minha primeira impressão da obra foi de decepção, eu pensei que teriam mais coisas para ver. Mas depois eu mudei de ideia: há valor em ter apenas uma coisa para observar, porque o nosso foco fica centralizado e pode-se experienciar ela de forma mais completa. No exterior, a obra é um grande bloco de concreto inserido na paisagem, sem muita relação com seu entorno. Sobre o caminho que leva até o edi...

10/1 - Crítica dos novos stopmotions

 Atividade em grupo na aula do dia 26 de maio (quinta). Notamos que, na produção da Bianca , a animação é compostas por várias cenas, sem necessariamente terem uma conituidade narrativa entre si. ela trabalha muito com os efeitos de zoom in e zoom out e de mudança da posição dos objetos em relação à tela.  os movimentos são rápidos e imprevisíveis, isso prende a atenção do observador e causa um efeito constante de quebra de expectativa. há uma tentativa de corresponder os efeitos sonoros com os movimentos da imagem, mas nem sempre isso ocorre de forma natural/flúida. Creio que essa intenção foi bem executada na última parte (de 0:24 até 0:29) .  é interessante como na cena entre 0:10 e 0:18  ela transita entre dois desenhos diferentes que representam o mesmo prédio. Foi uma boa sacada.  Na produção da Iana , a animação começa com moviementos relativamente lentos e com efeitos sonoros "sombrios" (por falta de descrição melhor, não sou boa em teoria musical); e a ...

09/2 - Upgrade do stopmotion

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 Atividade atribuída no dia 19 (quinta) maio para o dia 26 (quinta). OBS: a segunda dessa semana não teve aula.

09/1 - Não-objeto individual e Gincana do objeto Paramétrico (atualizado)

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Na aula do dia 19 de maio (quinta) nós exploramos um pouco mais o conceito de não-objeto. Não-objeto individual Nós nos dividimos em grupo e cada um desenhou um não-objeto no SketchUp. O nosso ficou assim: Nós pensamos muito no conceito de intaratividade, de que o objeto só existe a partir da interação. Infelizmente acabamos esquecendo do conceito de não ter base (moldura), mas depois nós consertamos isso nas construções individuais. Os parâmetros a serem explorados foram: forma, escala, encaixe e linha. A proposta era que, em casa, nós contruíssemos um objeto a partir da alterações de parâmetros daquele projetado em sala. O meu ficou assim: --- Gincana do Objeto paramétrico A) Pesquisa individual waffle : comida, doce, papelão, farinha, buracos  paneling : painél, madeira, decoração, parede, tecido slicing : fatiar, fino, 5G, conexão, pão, fração, pedaço, porção, divisão Grasshopper : grilo, verde, Rhino 3D, automação, lego Cardboard design : papelão, móveis, provisório, frágil, p...

08/3 - Questão sobre texto "Teoria do Não-Objeto"

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Na aula de 16 de maio (segunda) foi passado um dever para a aula seguinte (quinta). Elaborar uma questão sobre texto Ferreira Gullar.  O texto é dividido em três partes: o retrospecto da história da arte para construir o conceito de não objeto, os cartuns para ilustrar o conceito em situações cotidianas e o diálogo para sanar as dúvidas do leitor. Bom, na verdade, sou eu que estou dividindo as coisas dessa forma e atribuindo significados, mas eu acho que essa categorização faz sentido para entender a estrutura do manifesto.  É impossível ler a seção de retrospecto sem o Google do lado para pesquisar as obras que são referenciadas. Eu gostaria de destacar duas obras que ele apontou, com certeza, como sendo não-objetos.  Contra-relevo de Tatlin Escultura de Pevsner O não-objeto não se esgota nas referências de uso e sentido porque não se insere na condição do útil e da designação verbal. Assim, pode-se dizer que toda obra de arte tende  a ser um não-objeto, mas esse no...

08/2 - Atividade no sketch

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 Dever do dia 16 de maio (segunda-feira) 1º cubo: 1m x 1m 2º cubo: 3m x 3m (não editei para ser usado como referência) 3º cubo: 9m x 9m OBS: eu esqueci de salvar as edições que eu fiz em sala de aula. OBS2: a altura do olho do espectador é de 1,65 m, eu mantive ela constante durante toda a animação para transmitir melhor a ideia de escala dos objetos.

08/1 - Crítica às animações dos colegas

 Na aula do dia 16 de maio (segunda), a gente fez a crítica dos stopmotions e dos story boards um dos outros. Sobre a produção da Lívia , nós tecemos os seguintes comentários: O story board está bem explicado Os efeitos sonoros criam efeitos interessantes. Por um lado, eles melhoram a percepção do que ocorre na animação e aprofundam a experiência sensorial do observador. Por outro, eles canalizam a interpretação. Pode-se dividir a ação em três histórias com início, meio e  fim, independentes mas interligadas. Sobre a produção da Sayuri , notamos que:  Os efeitos sonoros canalizam a interpretação do observador. O som de amassar nos induz a pensar que a mancha preta amassou o papel (mesmo que isso não esteja representado na imagem), os sons leves de violão nos dão uma impressão positiva da linha amarela (sem ele, poderíamos interpretar ela como um verme, por exemplo) e os sons graves criam uma atmosfera sombria no final. Podemos analisar a linha sobre a ótica da programátic...

07/4 - Desenhos demorados na liba

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 Feitos após a aula do dia 12

07/3 - Desenhos rápidos na liba

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  Atividade feita na praça da liberdade durante a aula do dia 12 de maio 4 min 2 min 1 min 30 s 15s com intervenção de colegas 4 min

07/2 - Animação

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Animação: Storyboard: Imagens de referência: Giulia pinheiro Lívia Kamyla