11/1 - Sintegração sobre abertura

 Atividade que ocorreu na aula online e síncrona do dia 30 de maio (segunda-feira).

Rodada 1, sala 4, observador

"Discutir a relação das lógicas finalística (destino / religião / previsibilidade), causalística (doutrina do progresso /  desenvolvimentismo / positivismo / determinismo) e programática (abertura para o acaso, indeterminismo, incerteza) com as novas tecnologias e com as possibilidades de virtualização e potencialização"


Os debatedores passaram por cada um dos conceitos (finalísticam, causalística e programática) e depois relacionaram eles com exemplos da realidade. Um comentário que achei interessante é sobre aquela casa (esqueci o nome, mas é aquela que dá pra personalizar as divisões dos cômodos): o morador vai explorando possibilidades até chegar numa organização que está otimizada para o que ele quer. Ou seja, é interessante que ele seja costumizável, mas na realidade é bem provavel que ele fiquei quase o tempo todo de um jeito só. Concluiram que é melhor integrar o usuário no processo do projeto do que despender grana em fazer uma casa toda costumizável.

Rodada 2, sala 8, discussão

"Discutir a interatividade interativa e a interatividade não-interativa exemplificando com "objetos" (quase-objetos ou não-objetos), espaços e situações do cotidiano"


A gente discutiu sobre a difirença entre esses dois tipos de interatividade e pensou em exemplos. Chegamos à conclusão que não é 8 ou 80, é uma progressão.

Interativa:
- Piano - Brinquedos do aldo van eyck Não interativa - elevador - caixa de música - brinquedos com prescrição Os críticos comentaram que a discussão ficou bem baseada e que os conceitos se construíram coletivamente.

Rodada 3, sala 9, crítica

"Discutir "objeto" (quase-objeto, não-objeto) como obstáculo para remoção de obstáculos pensando em como obstacularizar o mínimo possível" Nesta discussão houve uma confusão sobre os conceitos de não-objeto e quase-objeto. Ela não foi muito pra frente.

Rodada 4, sala 15, discussão

"Discutir a passagem da representação (quase-objeto) para “presentação” (não-objeto)"


Nesta discussão a gente já estava completamente perdido. A crítica comentou que faltou a gente ter uma boa definição dos conceitos, mas, dentro do possível, a discussão foi boa.

--- Eu gostei dessa discussão. Amei os conceitos de interatividade interativa e de virtualização. Fiquei completamente perdida no conceito de quase-objeto e o que ele tem a ver com o não-objeto. Achei legal mudar de papel, cada um tem sua função. Essa atividade me fez entender melhor os papéis que existem dentro de um debate. Eu gostei tanto de debater, quanto de criticar, como de ficar só anotando as coisas. Porém, eu achei o papel de observador meio inútil, porque não houve uma troca de anotações entre a gente. Quer dizer, não foi inútil porque observando a gente aprende, mas você entendeu.


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